1] a célula poderia simplesmente morrer [isto aconteceria com grande intensidade de radiação e considerável tempo de exposição , princípio básico da radioterapia],
2] a célula poderia continuar viva mas perderia sua capacidade funcional, sendo, após algum tempo, organicamente eliminada,
3] a radiação danificaria a célula, mas esta seria reparada, consertada,ou o pior, 4] o núcleo da célula seria lesado, sem que a célula morresse e nem perdesse sua capacidade de reproduzir. Desta forma, a célula se reproduziria na sua forma modificada [mutação genética], podendo-se diagnósticar, anos mais tarde, células malignas na região onde incidiu-se a radiação ou em outra parte do corpo. O tratamento com radioterapia segue o primeiro caso citado no último parágrafo.Como se pode ver, a radiação pode ser tanto nociva quanto benéfica. Basta usá-la correctamente. Mas não se preocupe. Somente uma exposição muito prolongada de radiação pode causar tal dano.
Ademais, metade da radiação a que estamos expostos provém de fontes naturais enquanto a outra metade é produzida por nós mesmos. Alguns conselhos práticos: não fique com medo do médico quando ele lhe disser que você deve fazer radiografia, e nem assista à televisão muito de perto: os tubos geradores de imagem da televisão trabalham com alta voltagem e eléctrons, portanto o aparelho televisor também gera raio-x. Luiz Fernando Silva TR