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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Documentação necessária para cadastro no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia

De acordo com o Art. 2º inciso II da Resolução CONTER nº 11 de 15 de setembro de 2006, a documentação necessária para cadastro no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia é a seguinte:

II – inscrição definitiva:

a) diploma de tecnólogo em radiologia e histórico do curso reconhecido pelo MEC ou diploma de curso técnico em radiologia e histórico do curso autorizado pelo CEE;
b) comprovante de conclusão de estágio nos termos da Lei nº 6.494/77 e Decreto nº 87.497/82;
c) comprovante de escolaridade: conclusão de ensino médio ou superior, observada à impossibilidade de concomitância.
d) cédula de identidade;
e) cadastro de pessoa física – CPF;
f) certificado de reservista;
g) comprovante de endereço residencial;
h) título eleitoral;
i) 3(três) fotos 3X4, recentes e coloridas (para identidade);
j) cópia da CTPS (foto – qualificação civil – contrato de trabalho e alterações);
k) certidão de nascimento ou casamento;
l) comprovante de recolhimento da taxa de solicitação de inscrição.

Fernando TR

Curso técnico de radiologia somente após ensino médio

Fernando TR
A presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, defendeu a comprovação de conclusão do ensino médio como condição fundamental para inscrição em cursos de formação da profissão do Técnico em Radiologia, conforme determina a Lei 7.394/1985.

A posição foi firmada em Audiência Pública promovida pelo Conselho Nacional de Educação, no auditório do SENAI, em São Paulo. Segundo Valdelice Teodoro, o CONTER entende que a presença do técnico de nível médio torna-se cada vez mais necessária e relevante no mundo do trabalho, sobretudo em função do crescente aumento das inovações tecnológicas e dos novos modos de organização da produção.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Evento

Evento: III Jornada Carioca de Radiologia
Data: 17 e 18 de dezembro de 2010
Local: Rio de Janeiro - RJ
Centro de Convenções do Barrashopping
Informações pelo email: clubetecnologicodaimagem@hotmail.com

Palavra da Presidente

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) tem dado passos significativos em defesa do profissional. A entidade não mede esforços para lutar pelos profissionais das técnicas radiológicas.

Nos últimos meses o CONTER tem coibido o trabalho de outros profissionais na área, por meio de ações judiciais. Entendemos que nossa profissão foi regulamentada para especializar um profissional apto para a radiologia. Nossa lei define claramente quem trabalha com as técnicas radiológicas.

Nossa categoria estuda de, no mínimo, 1.200 horas (técnicos) a 2.400 (tecnólogos), além do estágio. Outras profissões não chegam a cursar 10% disso.

O CONTER é decisivo em enfatizar que este assunto não é briga corporativa, mas uma defesa da sociedade. Somente um profissional apto e bastante qualificado pode garantir a segurança da saúde da população. A proteção radiológica é um direito do paciente.
TR. Valdelice Teodoro
Diretora Presidenta do CONTER

O CONTER já programa 4ᵃ edição do Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas.

Florianópolis (SC) foi a capital escolhida para sediar o IV Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas.. Com o tema “A evolução educacional na sustentabilidade da profissão”, o encontro, previsto para 28, 29 e 30 de outubro de 2011, apoia o desenvolvimento profissional.


A diretoria do Conselho Nacional trabalha na programação científica do evento. Seguindo o sucesso das últimas edições, o Congresso prioriza temas selecionados dentre as áreas de atuação dos técnicos e tecnólogos em Radiologia. As apresentações se distribuem em palestras e mini-cursos que, de acordo com a presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, “permitem a atualização de conhecimento e informações estimulando a interação entre os vários ramos do conhecimento”. O CONTER espera reunir dois mil profissionais.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Brasileiros usam materiais feitos a partir de bactérias para regenerar ossos

Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) estão estudando materiais produzidos com a celulose de uma bactéria para regenerar tecidos ósseos. Esses biomateriais podem ser utilizados em casos de queimaduras e em procedimentos odontológicos.

O biomaterial usado pelos cientistas brasileiros é feito a partir de celulose produzida por bactérias do gênero Gluconacetobacter. Essa bactéria expele fibras de celulose durante seu crescimento, fabricando uma trama de fios nanométricos (bilionésimo de metro).

A celulose bacteriana serviu como base para a produção do biomaterial, que também inclui alguns elementos que fazem parte dos ossos, como colágeno (proteína) e hidroxiapatita (agente inorgânico) deficiente em cálcio.

De acordo com Reinaldo Marchetto, coordenador do estudo e professor do Instituto de Química da Unesp, esse biomaterial é capaz de estimular a regeneração óssea, possibilitando a migração de células que formam esse tecido.

Para os pacientes, o novo produto significará menos tempo de recuperação em casos de acidentes que provoquem perdas desse tipo de tecido.

- Estamos investigando novas aplicações da celulose, principalmente porque ela é biocompatível e biodegradável. Para a nossa aplicação, o fato de ser reabsorvida pelo organismo é uma característica bastante importante, e a necessidade de uma segunda cirurgia seria evitada.

O pesquisador afirma ainda que a celulose bacteriana tem sido utilizada em várias áreas, como nos casos de queimaduras e em outros procedimentos médicos ou odontológicos. O processo de pedido de patente do biomaterial já foi iniciado.

Produto mais barato

Estudos preliminares em animais vivos feitos em fêmur de ratos apontam que o biomaterial poderá regenerar tecido em um período entre sete a 15 dias, dependendo do tamanho do defeito.

De acordo com Marchetto, o principal desafio foi misturar os componentes ósseos (colágeno e hidroxiapatita) com os peptídeos (substâncias que formam as proteínas) sintéticos, diz o pesquisador.

- Existem produtos semelhantes no mercado, geralmente importados, porém sem a presença de peptídeos. Quando o nosso produto estiver sendo comercializado, além da maior eficiência, o custo será bem inferior ao importado, cerca de dez a 20 vezes mais barato.

Segundo ele, clínicas odontológicas e ortopédicas serão os principais consumidores do biomaterial.

- Além disso, poderá servir de base para outros estudos, uma vez que a celulose permite acrescentar muitos outros componentes. Juá Notícias