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Luiz Fernando Silva TR

Caros Colegas,
É com grande satisfação que comunicamos que já estão em pleno andamento os preparativos para a VIII Jornada Sul de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
A edição deste ano será realizada de 30 de outubro a 01 de novembro em Florianópolis, SC.
Nessa época Floripa costuma ter tempo bom e temperatura agradável, convidando para passear e curtir as belezas da ilha, aproveitando o feriado pós-evento.
Por isso deixamos o dia 2 de novembro livre, para que possam aproveitar a cidade sem perder a excelente programação científica que está sendo elaborada pela comissão executiva.
Programem-se! Estamos esperando vocês.
Um grande abraço,
Marcela Schaefer
Presidente da SCR
Luiz Fernando Silva TRPresidente Sintrab PB
Questionamento e respostas detalhadas às perguntas mais frequentes sobre utilização dos Raios X | ||
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Autor: Prof. Perboyre Castelo - Presidente da ABRO* Nos últimos anos, grupos de consumidores, ambientalistas, mídia noticiosa, agências governamentais e profissionais de saúde cada vez mais preocupados com o potencial de riscos das exposições aos raios X. Como resultado, o uso dos mesmos, nos diagnósticos médicos e odontológicos estão sendo questionados. Os pacientes têm muitas perguntas sobre os raios X, outros resolvem não mais se expor e questionam o cirurgião- dentista sobre o perigo da radiciação. A má informação, o desconhecimento, geram medo e a conseqüente recusa do paciente de se expor a radiciação X. Pacientes bem informados discutirão e compreenderão a necessidade da utilização dos raios X com finalidade de diagnóstico. Considerando o grande avanço da imagenologia em odontologia, o que torna a sua utilização cada vez mais freqüente, urge a necessidade de um profundo conhecimento e treinamento do cirurgião-dentista, possibilitando a execução do exame com segurança, precisão e qualidade. Com o objetivo de garantir a qualidade dos serviços prestados à população, assim como assegurar os requisitos mínimos de proteção radiográfica aos pacientes e profissionais, a Secretaria da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, publicou a portaria número 453, de 01 de junho de 1998, que estabelece as condições adequadas de proteção radiográfica em radiodiagnóstico médico e odontológico. Este regulamento técnico teve como base as DIRETRIZES BÁSICAS DE PROTEÇÂO RADIOGRÁFICA, estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde, Organização Internacional do Trabalho, da Agência Internacional da Energia Atômica, além das recomendações emanadas pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria da Comissão Nacional de Energia Nuclear (IRD/CENEN). UNIDADES DE MEDIDAS DE RADICIAÇÃO - A unidade de exposição é o R (Röentgen, hoje substituído pelo COULOMB/KG. DOSE DE RADICIAÇÃO é a quantidade total de radiciação emitida ou recebida por um organismo. As radiografias dentárias são realmente necessárias? Sim. Os processos mórbidos que envolvem os dentes e tecidos adjacentes nem sempre são visíveis durante um exame clínico da cavidade bucal. Sem o uso de radiografias, essas condições patológicas como lesões cariosas, cistos, tumores, e perda óssea periodontal podem passar desapercebidas por algum tempo. Mais tarde essas condições podem produzir dor e extenso dano tecidual, que custará para o seu tratamento mais tempo e dinheiro. As radiografias são executadas para o benefício do paciente, para que ele possa receber o tratamento apropriado nos estágios iniciais da doença. As alterações bucais não descobertas podem afetar adversamente a saúde geral do paciente ou até podem colocá-la em risco. As radiografias feitas anteriormente num outro Cirurgião Dentista podem ser usadas, ou há necessidade de pedir novas radiografias? Sim, desde que essas radiografias feitas anteriormente sejam de boa qualidade para o diagnóstico. Além disso, o Cirurgião Dentista pode precisar fazer mais algumas, para determinar as condições atuais da cavidade bucal. Se as radiografias anteriores são de má qualidade diagnóstica, o profissional deve fazer uma nova série de radiografias da boca completa independente do tempo em que foram feitas. Pode-se usar uma radiografia panorâmica ao invés de uma série completa de radiografia dentais? As radiografias panorâmicas são úteis para determinar a condição geral da saúde bucal de um paciente, e confirmar a presença de grandes lesões ósseas. Diferente das radiografias intrabucais, as radiografias panorâmicas não revelam com clareza pequenas lesões como cárie, perda óssea, e aumento do espaço periodontal. Alguns Cirurgiões dentistas usam uma radiografia panorâmica apenas, enquanto que outros preferem o uso de uma radiografia panorâmica com radiografias inter-proximais ao invés de uma série completa. Se um paciente já recebeu radiação X excessiva por alguma outra razão, deve o cirurgião-dentista evitar fazer novas radiografias? Em outras palavras, radiografar um paciente depende do seu histórico radiográfico? Não. Mesmo que um paciente possa ter recebido altas doses de raio X, por causa de uma tomografia computadorizada, na região do tórax, abdômen, crânio, mãos ou pés, a decisão de radiografar os dentes e maxilares está baseada na necessidade de diagnóstico e tratamento dentário. Uma vez que se espera que as radiografias forneçam informações para o diagnóstico, elas devem ser feitas independente do histórico radiográfico do paciente. Se um paciente recebeu radiação para terapia do câncer na área da cabeça e pescoço, as radiografias dentais devem ser executadas? Sim. Um paciente nessas condições é mais suscetível à infecção dentária. Portanto, as radiografias de diagnóstico dentário são especialmente importantes para esses pacientes com a finalidade de detectar e controlar a formação de cáries e infecção óssea. Na verdade esses pacientes devem ser radiografados com mais freqüência do que os outros. Com que freqüência deve-se fazer radiografias em crianças? O intervalo entre as radiografias deve ser determinado em cada criança baseado na sua condição de saúde bucal. Em geral, as crianças são mais suscetíveis aos efeitos dos raios X que os adultos e, portanto o número de radiografias feitas deve ser o mínimo possível. Algumas crianças entretanto são mais suscetíveis à cárie dentária que outras, portanto requerem freqüentes exames radiográficos. Com que freqüência deve-se fazer radiografias em crianças? O intervalo entre as radiografias deve ser determinado em cada criança baseado na sua condição de saúde bucal. Em geral, as crianças são mais suscetíveis aos efeitos dos raios X que os adultos e, portanto o número de radiografias feitas deve ser o mínimo possível. Algumas crianças entretanto são mais suscetíveis à cárie dentária que outras, portanto requerem freqüentes exames radiográficos.
Se um avental de chumbo não for usado, os órgãos não protegidos recebem aproximadamente 0,4 mRad. (0,004 mGy) de dose de radiação em uma série completa de radiografias da boca. Os ovários não protegidos recebem aproximadamente 0,08 mRad (0,0008 mGy) de radiação.O uso de um avental de chumbo durante a exposição reduz essa radiação gonadal a quase zero para homens e mulheres. Clinicamente, um avental de chumbo deve ser usado em todos os pacientes todas as vezes mesmo quando a quantidade de radiação é minúscula. Que quantidade de exposição recebe a face do paciente nas tomadas radiográficas? Podem os raios X odontológicos provocar câncer de pele? Dependendo da técnica, equipamento, tipo de filme e fatores de exposição. A pele do paciente recebe aproximadamente 150 mR a 500 mR por tomada. Para produzir câncer de pele são necessárias exposições de milhares de roentgens. Isso não e possível como uso de aparelhos de raios X odontológicos que tem produções e dose muito muito baixas. Que quantidade de radiação um paciente recebe na radiografia panorâmica? Na radiografia panorâmica o aparelho gira ao redor da cabeça do paciente, portanto, a quantidade de exposição recebida é diferente para cada área. Isso torna difícil comparar com precisão a exposição recebida da radiografia panorâmica com a da série de boca todo. Entretanto em função de uma melhor colimação dos aparelhos panorâmicos (colimador em forma de fenda), estima-se que teoricamente uma radiografia panorâmica corresponda a 1/10 de 14 periapicais. Não se tem dúvida que a quantidade total de radiação recebida da radiografia panorâmica é menor que uma série completa da boca toda. Que quantidade de radiação X recebe a glândula tireóide nas radiografias dentais? É necessário usar um protetor? A exposição à radiação da glândula tireóide varia com o tipo de filme, técnica, e equipamento usado. Em uma série de boca toda a tireóide recebe de 35 mRad a 80 mRad (0,350 mGy a 0,80 mGy). Essa quantidade é muito menor que aquela recebida por esta glândula pela radiação de fundo natural. Sob as recomendações radiográficas atuais, a quantidade de radiação à essa área não é considerada grande o bastante para produzir efeitos danosos a esse tecido. Uma proteção da tireóide pode prevenir que a radiação externa alcance a glândula tireóide, porém não impede que a radiação X dispersa produzida pela face e pescoço a atinjam. De acordo com o “ BUREAU OF RADIOLOGICAL HEALTH” o uso de uma proteção à tireóide com chumbo é recomendado mas não imprescindível. Esta proteção não deve ser usada nas radiografias panorâmica e cefalométrica, porque protegeria parte da mandíbula invalidando o exame radiográfico destas áreas. Que quantidade de raios X recebem olhos nos exames radiográficos dentários? Eles podem causar catarata? Dependendo do tipo de filme, técnica e equipamento usado, o globo ocular recebe em um exame completa (boca toda) de 0,002 Rad 0,800 Rad (0,02 mGy a 8 mGy). Verificamos que essa quantidade é muito pequena, especialmente quando comparada aos 200 a 500 Rad necessários para a limiar de risco de catarata. Baseado na evidência cientifica disponível as baixas doses de radiação usadas no diagnóstico radiológico dentário não contribuem para o desenvolvimento de catarata. Por que os cirurgiões-dentistas e assistentes saem da sala quando o paciente está sendo radiografado? Quando um paciente é radiografado, ele recebe o benefício do diagnóstico e do tratamento subseqüente. Não existe razão lógica para a exposição desnecessária do profissional e do assistente à radiação, sem qualquer benefício correspondente a diagnóstico ou tratamento. Além disso, os odontólogos e assistentes são expostos várias vezes por dia, e continuamente, portanto é prudente que a equipe evite a exposição desnecessária. Existe um risco de AIDS por tirar radiografias odontológicas? A radiografia dentária é um procedimento não invasivo, ou seja, a possibilidade do sangue do paciente entrar em contato com a pessoa ao fazer a radiografia é minúscula, a menos que os tecidos bucais estejam lesionados. Preocupações adicionais como o uso de luvas, esterilização dos instrumentos e outros meios que controlem a infecção, tornam a radiografia dentária um dos mais seguros procedimentos em odontologia. As radiografias pertencem ao paciente ou ao dentista? Toda documentação do tratamento dentário, inclusive as radiografias é propriedade do cirurgião-dentista; porém, o paciente tem acesso aos registros. Uma cópia das radiografias pode ser enviada a outro profissional ou pode ser dada ao paciente. Se, por alguma razão, o cirurgião-dentista tiver que enviar os originais, à outro profissional então uma cópia diagnosticamente aceitável deve ser retida no prontuário do paciente. CONCLUSÃO Embora o risco de efeitos somáticos e genéticos dos raios x para diagnóstico dental seja mínimo, cirurgiões-dentistas e assistentes devem fazer uma abordagem preventiva. As radiografias devem ser feitas após o exame clínico da cavidade bucal. É contraindicado o uso indiscriminado da radiografia. As radiografias dentárias são essenciais para o benefício do paciente para diagnosticar, tratar, e prevenir doenças. Com um equipamento calibrado, técnicas adequadas, filmes mais sensíveis, radiografias dentais digitais, e o uso criterioso, o risco de efeitos danosos das radiografias é quase inexistente. Fonte: *ABRO - Associação Brasileira de radiologia Odontológica Luiz Fernando Silva TR Leia Também:
A importância da radiografia panorâmica na Odontologia |
A importância da radiografia panorâmica na Odontologia | ||
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A radiografia panorâmica é um importante exame radiográfico utilizado para o diagnóstico e planejamento terapêutico das doenças dos dentes e dos ossos da face. Atualmente, a maioria dos dentistas solicita esse exame no início e no controle dos tratamentos odontológicos. Nas crianças, quando são indicadas as radiografias panorâmicas? Em Odontopediatria, esse exame tem amplas indicações, tanto na prevenção como no diagnóstico de distúrbios dentais e faciais.
Existe algum perigo quando se realiza a radiografia panorâmica? Luiz Fernando Silva TR Fonte: APCD |

CURSOS
Desde o primeiro ano são oferecidas ao aluno disciplinas básicas e profissionalizantes. A adequação da seqüência curricular às exigências do mercado de trabalho é uma grande preocupação dos coordenadores do curso; o estudo da Anatomia, por exemplo, é totalmente voltado para a formação e a interpretação da imagem radiográfica, tomográfica e de ressonância nuclear magnética.
Com a formação generalista oferecida pelo curso, o futuro profissional estará preparado para escolher sua área de atuação. São cinco as grandes áreas de formação específica do Tecnólogo em Radiologia:
Radiologia Médica
Envolve a geração e análise de imagens por raios X, tomografia computadorizada, ressonância magnética nuclear e medicina nuclear. Nesta última técnica, o estudante, além de gerar imagens (como, por exemplo, a cintilografia), aprende a trabalhar com equipamentos para oncologia clínica e cirúrgica.
Radiologia Médico-Veterinária
Envolve a geração e análise de imagens de raios X, tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética. Esse último equipamento ainda é, no Brasil, disponível em poucos centros de diagnóstico por imagem. O aluno estuda os meios de produção de imagens de animais de pequeno, médio e grande porte, sejam eles domésticos, silvestres, exóticos ou de laboratório. A pesquisa experimental é a tônica dessa área da radiologia no curso da FASER.
Radiologia Odontológica
Nesta área o futuro profissional aprende sobre a formação da imagem para diagnóstico de afecções da face, cabeça e cavidade oral. A medicina nuclear também é direcionada para a oncologia oral.
Radiologia Industrial
Utiliza imagens para ensaios não-destrutivos, com aplicação em fábricas de turbinas de aviões e peças de veículos, assim como na indústria naval e equipamentos de soldagens específicas. Essas atividades utilizam os raios X, a tomografia e o ultra-som na verificação da qualidade das peças produzidas.
Irradiação de Alimentos
Área que desenvolve técnicas para a conservação de alimentos e o aprimoramento de sua higiene e qualidade.
Grade Curricular
A grade curricular da FASER é bastante dinâmica para atender o campo da Tecnologia em Radiologia. Nos últimos dois semestres, o aluno terá, concomitantemente, aulas teórico-práticas e estágios curriculares em clínicas de diagnósticos da Paraíba. A faculdade mantém vários convênios com hospitais públicos e clínicas. Também é oferecido aos alunos da Santa Emília um semestre de conceitos básicos, como Anatomia, Fisiologia, Saúde Coletiva, Psicologia, Patologia, Relações Humanas, Ética, Noções de Direito etc.
O curso de Tecnologia em Radiologia é um dos poucos do Brasil que forma o profissional para controle de qualidade, área específica do físico e que o tecnólogo agora está atuando na Radiologia. A grade curricular da FASER também oferece ao aluno algumas unidades curriculares voltadas para a gestão. Ele terá noções de empreendimentos na área de saúde, inclusive aprendendo a fazer compras de material, estocagem, armazenagem, além da gestão em meio ambiente.
Regulamentação
A profisão está regulamentada pela Resolução CONTER Nº 002/05.
As atribuições dos Tecnólogos em Radiologia são estabelecidas ainda pelo Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia em Radiologia, disponível no site: www.catalogo.mec.gov.br

Cerca de 180 trabalhadores da técnica Radiológica estão se capacitando e se atualizando no Curso de Habilitação Profissional de Técnicos em Radiologia, na Faculdade Santa Emília de Rodat. O objetivo é habilitá-los com o registro profissional.
Esse projeto totalmente gratuito aos cursistas - parceria entre o Ministério de Saúde (MS) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES), também está sendo realizado no Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor-PB), em João Pessoa e Campina Grande.
A Santa Emília formou cinco turmas com 36 alunos cada, que recebeu todo material didático e uniforme. As disciplinas lecionadas são: Anatomia, Psicologia, Microbiologia, Patologia, Saúde Coletiva, Políticas Públicas em Saúde, Ética, dentre outras. Mais de 30 professores habilitados nessas áreas formam o quadro docente do curso de habilitação.
O Curso de Habilitação Profissional de Técnicos em Radiologia, na Faculdade Santa Emília de Rodat teve início desde março deste ano e tem duração prevista de 18 meses e é destinado a quem já trabalha na área técnica da Radiologia, sem o registro profissional.


Este curso possibilita que o aluno ao concluí-lo esteja apto a:
Realizar exames radiográficos simples;
Realizar exames contrastados sob supervisão de médicos radiologistas;
Ter o domínio das técnicas para a produção de imagens nos diversos equipamentos da área radiológica;
Saber avaliar a qualidade das imagens obtidas;
Controlar o funcionamento dos equipamentos radiológicos;
Realizar atendimento ao cliente de maneira eficiente e com ética profissional;
Ter percepção crítica quanto à situação da saúde e estar comprometido com as necessidades de saúde da população;
Dar apoio à equipe radiológica;
Desenvolver habilidades de gerenciamento na área radiológica para empresas prestadoras de serviço;
Ter cuidados no que se refere a radioproteção e os efeitos biológicos das radiações.

Saúde

Clinicas Radiológicas, Clinicas Odontológica, Hospitais.

Freqüência: 4 dias por mês.
Pré-requisitos: Ensino Médio
Completo ou concluir até o final do curso
Completar 18 anos até o final do Curso
Duração: 30 Meses
Entre em contato conosco para maiores informações
Fone/FAX - (43) 3325 7100 ou Peça Informações por E-mail

Justiça reconhece carga horária de 24 horas para técnico de radiologia
A 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça confirmou sentença da Comarca de São Bento do Sul, para reconhecer o direito de três técnicos de radiologia a cumprirem carga horária de 24 horas semanais.
Os servidores públicos municipais Adilson Veiga, Jorge Luis Carvalho Pinto e Paulo Sérgio Gonçalves de Paula ajuizaram ação ordinária contra o Município que, em 2007, comunicou a eles que a carga horária seria de 40 horas semanais e, caso a desrespeitassem, seria configurada falta funcional.
No processo, o poder público confirmou a obrigatoriedade das 40 horas semanais, tendo em vista os editais dos concursos públicos aos quais os técnicos se submeteram. Acrescentou, também, que a jornada de 24 horas restringe-se à operação do raio X em si, sendo o restante da carga horária cumprido com atividades correlatas ao cargo.
O relator do processo, desembargador substituto Ricardo Roesler, explicou que a jornada de trabalho exigida deve ser aquela prevista na legislação própria que disciplina a profissão – Lei n. 7.394/1985 e Decreto n. 92.790/1986. “A Lei federal que regulamenta a atividade do técnico em radiologia no âmbito nacional, ainda que ausente a respectiva lei estadual, a sua incidência não viola o princípio da autonomia garantida em favor do ente federado”, afirmou.
A decisão também condenou o Município ao pagamento das horas extras e do adicional de periculosidade no percentual de 40%. A decisão foi unânime. (Apelação Cível n. 2009.054966-4)
Fonte: TJSC
Luiz Fernando Silva TR

Introdução
Uma votação realizada pelo Museu de Ciência de Londres elegeu a máquina de raio X como a melhor invenção de todos os tempos. ![]() |
Assim como muitas das grandes descobertas do ser humano, a tecnologia dos raios X foi inventada completamente por acidente. Em 1895, um físico alemão chamado Wilhelm Roentgen fez essa descoberta enquanto fazia uma experiência com feixes de elétrons em um tubo de descarga de gás. Roentgen percebeu que uma tela fluorescente (em inglês) em seu laboratório começava a brilhar quando o feixe de elétrons era ligado. Somente essa reação não era tão surpreendente: material fluorescente normalmente brilha ao reagir com radiação eletromagnética; mas o tubo de Roentgen estava rodeado com papelão grosso e preto. Roentgen supôs que isso bloquearia a maior parte da radiação.
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A extraordinária descoberta de Roentgen possibilitou um dos maiores avanços na história humana. A tecnologia dos raios X permite que os médicos vejam através dos tecidos humanos e examinem, com extrema facilidade, ossos quebrados, cavidades e objetos que foram engolidos. Procedimentos com raios X modificados podem ser usados para examinar tecidos mais moles, como os pulmões, os vasos sangüíneos ou os intestinos.
Neste artigo, descobriremos como as máquinas de raios X conseguem fazer este truque incrível. Como veremos, o processo básico é na verdade muito simples.
O que são raios X
Nossos olhos são sensíveis ao comprimento de onda da luz visível, mas não ao comprimento de onda mais curto, das ondas de maior energia dos raios X ou ao comprimento de onda mais longo de menor energia das ondas de rádio.
Os fótons da luz visível e os fótons dos raios X são produzidos pelo movimento dos elétrons nos átomos. Os elétrons ocupam diferentes níveis de energia diferentes ou orbitais, ao redor do núcleo do átomo. Quando um elétron passa para orbital menor precisa liberar energia, e ela é liberada na forma de um fóton. A energia do fóton depende do quanto o elétron decaiu entre os orbitais. Veja esta página para uma descrição detalhada deste processo.
Quando um fóton colide com outro átomo, esse átomo pode absorver a energia do fóton promovendo o elétron para um nível de energia mais alto. Para isto acontecer, a energia do fóton tem que combinar com a diferença de energia entre as duas posições do elétron. Senão, o fóton não pode deslocar elétrons entre os orbitais.
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Os átomos que compõem os tecidos do nosso corpo absorvem bem fótons de luz visível. A energia dos fótons deve combinar com as diferenças de energia entre as posições dos elétrons. Ondas de rádio não têm energia suficiente para mover elétrons entre orbitais em átomos maiores, então conseguem passar pela maioria dos materiais. Fótons de raios X também passam através de vários objetos, mas por outra razão: eles têm muita energia.
Eles podem, entretanto, arrancar um elétron de um átomo. Uma parte da energia do fóton dos raios X trabalha para separar o elétron do átomo e o restante é usado para fazê-lo se movimentar fora do átomo. Um átomo maior tem mais chances de absorver um fóton de raios X desta maneira, porque em átomos maiores as diferenças de energia entre os orbitais são maiores e essa energia se ajusta melhor com a energia do fóton. Átomos menores, em que os orbitais dos elétrons estão separados por níveis de energia relativamente baixos, têm menos chances de absorver fótons de raios X.
Os tecidos macios do seu corpo são feitos de átomos menores e por isso absorvem muito bem os fótons dos raios X. Os átomos de cálcio que fazem nossos ossos são muito maiores, então são melhores para absorver fótons de raios X.
Na próxima seção, verificaremos como as máquinas de raios X usam esse efeito.
Outros usos para os raios X
A máquina de raios X
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A diferença de voltagem entre o cátodo e o ânodo é extremamente alta; então, os elétrons movimentam-se pelo tubo com bastante força. Quando um elétron, em alta velocidade, choca-se com um átomo de tungstênio, um elétron que está em uma camada mais interna do átomo é liberado. Com isso, um elétron que está em um orbital com energia imediatamente mais alto (mais externo) migra para aquele nível de energia mais baixo (mais interno), liberando sua energia extra na forma de um fóton. Assim um fóton de raios X é a energia liberada num choque de elétrons.
![]() O elétron livre colide com o átomo de tungstênio, tirando um elétron de um orbital mais baixo. Um elétron de um orbital mais alto preenche a posição vazia, liberando seu excesso de energia como um fóton. |
Elétrons livres também podem gerar fótons sem atingir um átomo. O núcleo de um átomo pode atrair um elétron e com uma velocidade que apenas altere seu curso. Como um cometa girando ao redor do Sol, o elétron diminui a velocidade e muda de direção à medida que passa pelo átomo. Essa ação de "freio" faz o elétron emitir excesso de energia na forma de um fóton de raios X.
![]() O elétron livre é atraído para o núcleo do átomo de tungstênio. À medida que o elétron passa, o núcleo altera seu curso. O elétron perde energia, que é liberada como um fóton de raios X. |
As colisões de alto impacto envolvidas na produção dos raios X geram muito calor. Um motor gira o ânodo para que ele não derreta (o feixe de elétrons não está sempre focalizado na mesma área). Uma camada de óleo frio ao redor da ampola também absorve calor.
Todo o mecanismo é protegido por uma blindagem grossa de chumbo. Ela evita que os raios X escapem em todas as direções. Uma pequena abertura na blindagem permite que alguns dos fótons de raios X escapem em um pequeno feixe. Esse feixe passa por uma série de filtros até chegar ao paciente.
Uma câmera no outro lado do paciente grava o padrão de raios X que passam através de seu corpo. A câmera de raios X usa a mesma tecnologia de filmes que uma câmera comum, mas a reação química é acionada por luz de raios X em vez de luz visível. Veja Como funciona o filme fotográfico para saber mais sobre esse processo.
Geralmente, os médicos deixam a imagem no filme como um negativo. Isso quer dizer que as áreas que são expostas a mais luz ficam mais escuras e as áreas expostas a menos luz aparecem mais claras. Materiais duros, como ossos, aparecem em branco e materiais mais macios aparecem em preto ou cinza. Os médicos podem visualizar materiais diferentes variando a intensidade do feixe de raios X.
Os raios X fazem mal
Mas os raios X também podem ser perigosos. No princípio da descoberta dos raios X, muitos médicos ficaram expostos e expuseram seus pacientes aos feixes por longos períodos de tempo. Conseqüentemente, médicos e pacientes começaram a desenvolver doenças causadas por radiação e a comunidade médica percebeu que algo estava errado.
O problema é que os raios X são uma forma de radiação ionizante. Quando a luz normal atinge um átomo, ela não muda esse átomo de maneira significativa. Mas quando raios X atingem um átomo, ele pode expulsar elétrons do átomo para criar um íon, um átomo eletricamente carregado. Então, os elétrons livres colidem com outros átomos para criar mais íons.
A carga elétrica de um íon pode gerar uma reação química anormal dentro das células. Entre outras coisas, a carga pode quebrar as cadeias de DNA. Uma célula com uma cadeia de DNA quebrada pode morrer ou o DNA desenvolver uma mutação. Se várias células morrerem, o corpo pode desenvolver várias doenças. Se o DNA sofrer mutação a célula pode se tornar cancerígena - e este câncer pode se espalhar. Se a mutação é em um espermatozóide ou em um óvulo, pode causar defeitos de nascença. Por causa de todos esses riscos,atualmente os médicos usam os raios X moderadamente.
Mesmo com estes riscos, o raio X ainda é uma opção mais segura que a cirurgia. As máquinas de raios X são ferramentas médicas valiosas, assim como são valiosas em segurança e em pesquisa científica. Elas são uma das invenções mais úteis de todos os tempos.
Para mais informações sobre raios X e máquinas de raios X, visite os link da próxima página
Mais informações
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Mais links interessantes (em inglês)
Contrastes são líquidos que absorvem os raios X com mais eficiência que o tecido ao redor. Para visualizar órgãos dos sistemas digestivo e endócrino, um paciente toma um contraste, geralmente um composto de bário. Se o foco for os vasos sangüíneos ou outros elementos do sistema circulatório, o contraste deve ser injetado na corrente sangüínea do paciente.
Os contrastes são normalmente usados em conjunto com um fluoroscópio. Em fluoroscopia, os raios X passam pelo corpo até uma tela fluorescente, criando uma imagem de raios X móvel. Os médicos podem usar a fluoroscopia para traçar a passagem do contraste pelo corpo. Também é possível gravar essas imagens em filme ou vídeo.
Luiz Fernando Silva TR

O SINTRAB.PB tem o orgulho de apresentar aos profissionais trabalhadores na área de radiação médica, técnicos e auxiliares de radiologia, o seu BLOG na Internet.
Neste nosso ponto de encontro você poderá acompanhar as notícias sobre a categoria, tomar conhecimento dos dissídios, das leis que regem as actividades, dos seminários da categoria e acompanhar os convênios e festividades do sindicato.
Quem ainda não é associado terá a oportunidade de preencher uma ficha de cadastramento e tornar-se membro do Sindicato dos Técnicos e Auxiliares de Radiologia do Brejo da Paraíba.
Luiz Fernando Silva TRPiso nacional da categoria tecnólogos e técnicos em radiologia:Dois salários mínimos + 40% de insalubridadee o novo salário dos trabalhadores tecnólogos e técnicos em radiologiaR$ 1.020,00 + 40% = 1.428,00A Lei nº 7.394/85 que regula a profissão, fixa o piso em dois salários mínimos acrescido de 40% [quarenta por cento] sobre dois salários mínimos a título de adicional de insalubridade para uma jornada de 120 horas mensais. O que encontra-se pacificado também pelo anunciado 358 do TST.A Directoria Sintrab.pb/Radiologia

Em 3 de Julho 1977, ocorreu algo que mudaria o cenário da medicina moderna, embora mal tenha sido notado fora do comunidade de pesquisas médicas: foi feito o primeiro exame de ressonância magnética em um ser humano.
Foram necessárias quase cinco horas para produzir uma imagem. E se comparamos com os padrões actuais, as imagens eram bem feias. Dr. Raymond Damadian, médico e cientista, e seus colegas Dr. Larry Minkoff e Dr. Michael Goldsmith trabalharam durante sete longos anos para chegar a esse ponto. Eles chamaram a primeira máquina de "Indomável". numa forma de captar o espírito de sua luta para fazer o que todos diziam ser impossível.
Agora, essa máquina se encontra na Smithsonian Institution [Instituto Smithsonian]. Até 1982, havia poucos aparelhos de ressonância magnética nos EUA. Hoje, há milhares. Hoje podemos gerar em segundos as imagens que levavam horas antigamente.
A tecnologia deste exame é bastante complicada e nem todos a compreendem bem. Neste artigo, você vai aprender como funciona uma dessas grandes e barulhentas maquinas de ressonância magnética. O que acontece com o seu corpo enquanto você está na máquina? O que você pode ver com ela e por que tem de ficar tão imóvel durante o exame? Você vai encontrar as respostas para essas e muitas outras perguntas.
O CONCEITO BÁSICO
Se você já viu um aparelho de ressonância magnética, deve saber que o design básico da maioria deles é quase um cubo gigante. O cubo de um aparelho comum deve ter 2 metros de altura x 2 de largura x 3 de comprimento, embora os modelos mais novos estejam ficando cada vez menores. há um cubo horizontal que atravessa o magneto. [imã] da parte dianteira até a traseira Esse tubo é uma espécie de vão do magnético.
O paciente, deitado de costas, desliza para dentro do vão por maio de uma mesa especial. O que vai determinar se o paciente vai entrar primeiro com a cabeça ou com os pés, ou até onde o magneto irá, é o tipo de exame que será realizado. embora os aparelhos venham em tamanhos e formatos diferentes, e os novos modelos possam ter uma certa abertura nas laterais, o design básico é o mesmo. Assim que a parte do corpo que deve ser examinado atinge o centro exacto ou isocentro do campo magnético, o exame começa.
Em conjunto com os pulsos de energia das ondas de rádio, o aparelho pode seleccionar um ponto bem pequeno dentro do corpo do paciente e perguntar a ele, "Que tipo de tecido você é?" O ponto pode ser um cubo com lados de meio milímetro. O aparelho de ressonância percorre cada ponto do corpo do paciente, construindo um mapa em 2-D ou 3-D dos tipos de tecidos. então, ele junta todas as informações para criar imagens em 2-D ou modelos em 3-D.
Mas na verdade é que esse exame fornece uma visão sem igual do interior do corpo humano. O nível de detalhes que podemos ver é extraordinário quando comparado com qualquer outro tipo de exame de imagens. A ressonância magnética é o método preferido para o diagnóstico de muitos tipos de traumas e doenças devido à sua incrível capacidade de personalizar o exame de acordo com o problema médico específico. Ao modificar os parâmetros dos exames, o aparelho de ressonância pode fazer com que tecidos do corpo apareçam de maneiras diferentes. E isso é muito útil para que o radiologista [que lê o exame] determine se algo é normal ou não.
Se sabemos que ao fazer "A", o tecido normal terá a aparência "B", e se isso não acontecer, pode haver alguma anomalia. Os sistemas de ressonância magnética também podem fazer imagens do sangue circulando em praticamente qualquer parte do corpo. Isso nos permite realizar estudos que mostram o sistema arterial do corpo sem mostrar o tecido ao seu redor. E o que é mais imprecionante, em muitos casos, o aparelho consegue fazer isso sem injecção de contraste, que é necessário na radiologia vascular.
VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA
Um fragmento de metal no seu olho que já está lá há 25 anos é tão perigoso hoje como era antes, porque não há´tecido de cicatrização para mantê-lo no lugar. E pessoas com marca-passos não podem usar esse aparelho ou mesmo chegar perto dele, pois o magneto pode impedir o funcionamento correto do dispositivo cardíaco. O magneto também pode mover os clipes de aneurisma colocados no cérebro , fazendo com que eles rasguem a artéria em que foram colocados. E também há implantes dentários que são magnéticos. Já a maior parte dos implantes ortopédicos, mesmo que sejam ferromagnéticos, não causam problemas por serem encravados no osso. Mesmo os grampos de metal na maioria das partes dos corpos não apresentam problema nenhum, já que após ficarem em um paciente por algumas semanas [normalmente seis semanas], os tecidos de cicatrização se formam para mantê-los no lugar. Pacientes com implantes ou objectos metálicos dentro do corpo são analizados para ter certeza de que a tomografia é segura para eles. Alguns pacientes não podem utilizar o equipamento de tomografia porque os ricos são grandes demais. Quando isso acontece, sempre há um método de exame alternativo que pode ajudá-los.
- Antes que um paciente ou membro da equipe entre na sala onde está o equipamento, ele passa por uma verificação completa em busca de objectos de metal. Até esse ponto, nós só falamos sobre os objectos externos. Mas muitas vezes, pacientes têm implantes que fazem com que seja muito perigoso ficar na presença de um campo magnético forte. Fragmento metálicos no olho são muito perigosos porque um movimento desses fragmentos poderia causar danos ao olho ou até mesmo cegueira. Seus olhos não cicatrizam como o resto do seu corpo.
IMAGENS DO CÉREBRO USANDORESSONÂNCIA MAGNÉTICA
Essas imagens comparam um indivíduo jovem [esquerda] com um homem atlético com cerca de 80 anos [centro] e uma pessoa da mesma idade com mal de Alzheimer [direita], todas feitas no mesmo nível.
Não há ricos biológicos conhecidos para quem é exposto a campos magnéticos utilizados na medicina moderna hoje em dia. Mas a maior parte das clínicas e hospitais prefere não fazer exames em mulheres grávidas. Isto se deve ao fato de que não foram feitas muitas pesquisas sobre os efeito biológicos em fetos em desenvolvimento. O primeiro trimestre de uma gravidez é o mais crítico por ser o momento em que a reprodução e divisão celular ocorrem com maior rapidez. Mas a decisão de fazer ou não fazer o exame em mulheres grávidas é tomada em cada caso com uma conversa entre o radiologista e o obstetra da paciente. O benefício de realizar o exame deve ser maior do que o risco para a mãe e para o feto, por menor que ele seja. Mas as técnicas que estão grávidas e trabalham com aparelho de ressonância magnética podem continuar a trabalhar quase que normalmente. A única diferença na maioria dos casos é que elas simplesmente ficam fora da sala de exame durante a gravidez.