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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Documentação necessária para cadastro no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia

De acordo com o Art. 2º inciso II da Resolução CONTER nº 11 de 15 de setembro de 2006, a documentação necessária para cadastro no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia é a seguinte:

II – inscrição definitiva:

a) diploma de tecnólogo em radiologia e histórico do curso reconhecido pelo MEC ou diploma de curso técnico em radiologia e histórico do curso autorizado pelo CEE;
b) comprovante de conclusão de estágio nos termos da Lei nº 6.494/77 e Decreto nº 87.497/82;
c) comprovante de escolaridade: conclusão de ensino médio ou superior, observada à impossibilidade de concomitância.
d) cédula de identidade;
e) cadastro de pessoa física – CPF;
f) certificado de reservista;
g) comprovante de endereço residencial;
h) título eleitoral;
i) 3(três) fotos 3X4, recentes e coloridas (para identidade);
j) cópia da CTPS (foto – qualificação civil – contrato de trabalho e alterações);
k) certidão de nascimento ou casamento;
l) comprovante de recolhimento da taxa de solicitação de inscrição.

Fernando TR

Curso técnico de radiologia somente após ensino médio

Fernando TR
A presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, defendeu a comprovação de conclusão do ensino médio como condição fundamental para inscrição em cursos de formação da profissão do Técnico em Radiologia, conforme determina a Lei 7.394/1985.

A posição foi firmada em Audiência Pública promovida pelo Conselho Nacional de Educação, no auditório do SENAI, em São Paulo. Segundo Valdelice Teodoro, o CONTER entende que a presença do técnico de nível médio torna-se cada vez mais necessária e relevante no mundo do trabalho, sobretudo em função do crescente aumento das inovações tecnológicas e dos novos modos de organização da produção.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Evento

Evento: III Jornada Carioca de Radiologia
Data: 17 e 18 de dezembro de 2010
Local: Rio de Janeiro - RJ
Centro de Convenções do Barrashopping
Informações pelo email: clubetecnologicodaimagem@hotmail.com

Palavra da Presidente

O Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) tem dado passos significativos em defesa do profissional. A entidade não mede esforços para lutar pelos profissionais das técnicas radiológicas.

Nos últimos meses o CONTER tem coibido o trabalho de outros profissionais na área, por meio de ações judiciais. Entendemos que nossa profissão foi regulamentada para especializar um profissional apto para a radiologia. Nossa lei define claramente quem trabalha com as técnicas radiológicas.

Nossa categoria estuda de, no mínimo, 1.200 horas (técnicos) a 2.400 (tecnólogos), além do estágio. Outras profissões não chegam a cursar 10% disso.

O CONTER é decisivo em enfatizar que este assunto não é briga corporativa, mas uma defesa da sociedade. Somente um profissional apto e bastante qualificado pode garantir a segurança da saúde da população. A proteção radiológica é um direito do paciente.
TR. Valdelice Teodoro
Diretora Presidenta do CONTER

O CONTER já programa 4ᵃ edição do Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas.

Florianópolis (SC) foi a capital escolhida para sediar o IV Congresso Nacional dos Profissionais das Técnicas Radiológicas.. Com o tema “A evolução educacional na sustentabilidade da profissão”, o encontro, previsto para 28, 29 e 30 de outubro de 2011, apoia o desenvolvimento profissional.


A diretoria do Conselho Nacional trabalha na programação científica do evento. Seguindo o sucesso das últimas edições, o Congresso prioriza temas selecionados dentre as áreas de atuação dos técnicos e tecnólogos em Radiologia. As apresentações se distribuem em palestras e mini-cursos que, de acordo com a presidente do CONTER, Valdelice Teodoro, “permitem a atualização de conhecimento e informações estimulando a interação entre os vários ramos do conhecimento”. O CONTER espera reunir dois mil profissionais.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Brasileiros usam materiais feitos a partir de bactérias para regenerar ossos

Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) estão estudando materiais produzidos com a celulose de uma bactéria para regenerar tecidos ósseos. Esses biomateriais podem ser utilizados em casos de queimaduras e em procedimentos odontológicos.

O biomaterial usado pelos cientistas brasileiros é feito a partir de celulose produzida por bactérias do gênero Gluconacetobacter. Essa bactéria expele fibras de celulose durante seu crescimento, fabricando uma trama de fios nanométricos (bilionésimo de metro).

A celulose bacteriana serviu como base para a produção do biomaterial, que também inclui alguns elementos que fazem parte dos ossos, como colágeno (proteína) e hidroxiapatita (agente inorgânico) deficiente em cálcio.

De acordo com Reinaldo Marchetto, coordenador do estudo e professor do Instituto de Química da Unesp, esse biomaterial é capaz de estimular a regeneração óssea, possibilitando a migração de células que formam esse tecido.

Para os pacientes, o novo produto significará menos tempo de recuperação em casos de acidentes que provoquem perdas desse tipo de tecido.

- Estamos investigando novas aplicações da celulose, principalmente porque ela é biocompatível e biodegradável. Para a nossa aplicação, o fato de ser reabsorvida pelo organismo é uma característica bastante importante, e a necessidade de uma segunda cirurgia seria evitada.

O pesquisador afirma ainda que a celulose bacteriana tem sido utilizada em várias áreas, como nos casos de queimaduras e em outros procedimentos médicos ou odontológicos. O processo de pedido de patente do biomaterial já foi iniciado.

Produto mais barato

Estudos preliminares em animais vivos feitos em fêmur de ratos apontam que o biomaterial poderá regenerar tecido em um período entre sete a 15 dias, dependendo do tamanho do defeito.

De acordo com Marchetto, o principal desafio foi misturar os componentes ósseos (colágeno e hidroxiapatita) com os peptídeos (substâncias que formam as proteínas) sintéticos, diz o pesquisador.

- Existem produtos semelhantes no mercado, geralmente importados, porém sem a presença de peptídeos. Quando o nosso produto estiver sendo comercializado, além da maior eficiência, o custo será bem inferior ao importado, cerca de dez a 20 vezes mais barato.

Segundo ele, clínicas odontológicas e ortopédicas serão os principais consumidores do biomaterial.

- Além disso, poderá servir de base para outros estudos, uma vez que a celulose permite acrescentar muitos outros componentes. Juá Notícias

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

[SANTA EMÍLIA DE RODAT] Processo Seletivo Vestibular 2011.1

Caro(a) Vestibulando(a),

O ingresso no Ensino Superior é uma etapa muito importante da vida - é quando definimos o que efetivamente seremos nos próximos anos de nossa existência.

Calendário

Atividades
Datas
Período de Inscrição 04/10 a 19/11/2010
Entrega do Cartão de Inscrição 22 a 26 de novembro
Provas 28/11/2010
Divulgação dos Resultados 01 de dezembro
Período de Matrícula de 07 a 10 de dezembro
Inicio das Aulas 01 de fevereiro de 2011

Quadro de Vagas

Curso
Turno
Vagas
ENFERMAGEM
Manhã
80
ENFERMAGEM
Tarde
40
ENFERMAGEM
Noite
40
TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA
Noite
50
BIOMEDICINA
Noite
50
TECNOLOGIA EM ESTÉTICA
Noite
50

Ingresso pela nota do ENEM

É destinado 10% das vagas para candidatos que optarem pelo ingresso com a nota do ENEM.

Os candidatos que optarem pelas notas do ENEM não realizam as provas, devendo observar apenas se foi classificado ou não.

A classificação pela nota do ENEM dar-se-á da maior nota para a menor nota, até o preenchimento do numero de vagas (10%).

terça-feira, 21 de setembro de 2010

RAIO-X


Os exames de raios x são popularmente conhecidos como as expressões, "tirar uma radiografia " ou "bater uma chapa". Um tipo de exame muito difundido no país foi a Abeugrafia, que consiste em um exame de raios x de tórax, onde é possível analisar as imagens dos pulmões.

Como são feitos os principais exames de raios-x

Em um exame de raios x são feitas imagens de vários planos para detectarmos, por exemplo, fraturas de ossos. É por isso que normalmente durante o exame, é solicitado que o paciente realize o procedimento em mais de uma posição.

Ossos e tecidos conjuntivos, em geral, são dispostos em dois planos, por isso geralmente os exames são realizados com tomadas em dois planos.

No primeiro plano, radiografias Antero-posteriores serão tomadas, ou seja, o feixe de raios X passa através do paciente da parte frontal para a parte posterior do corpo.

O segundo plano é usado para tomadas laterais de raios X.

As tomadas são feitas numa sala de exames equipada para esta finalidade. Dependendo do exame, o paciente precisará tirar a roupa. O técnico de raios X, ou o médico, garante o posicionamento correto para o exame.

Normalmente como resultado do exame de raios x, é entregue ao paciente os filmes com as imagens, conhecidos como radiografias e o laudo do médico radiologista.

Atualmente muitos exames já são realizados de forma digital, ou seja, que consiste em adquirir imagens digitalmente através de um detector plano. Dessa forma o processo de utilização de chassis de Écran com sua posterior revelação nas câmaras escuras reveladoras serão substituídos por workstations com pós-processamento de imagens e envio a impressoras ou câmaras laser conectadas em rede.

Luiz Fernando Silva TR


O QUE É SER UM TÉCNICO EM RADIOLOGIA ?



Técnico em radiologia é o profissional da área da saúde que reali
za exames na área de radiologia, ou seja, que produz imagens internas do corpo humano através de uma máquina de Raio-X convencional, com o objetivo de diagnosticar problemas ou avaliar as condições do paciente. Suas funções compreendem a preparação, a programação e a operação do sistema de imagens, a preparação do paciente e, muitas vezes, a produção de um relatório descritivo preliminar. Cabe também a esse profissional garantir a segurança do paciente e da equipe de exames, uma vez que a radiação emitida pela máquina é prejudicial a saúde humana.
Quais as características necessárias para ser um técnico em radiologia?

Para ser um técnico em radiologia é necessário que o profissional se identifique com as ciências biológicas. Outras características interessantes são:

* responsabilidade
* autocontrole
* capacidade de observação
* capacidade de organização
* metodologia
* capacidade de trabalhar em equipe
* dinamismo
* agilidade
* ser cuidadoso

Qual a formação necessária para ser um técnico em radiologia?

Para ser um técnico em radiologia é necessário diploma em curso ou escola técnica de radiologia, reconhecida pelo MEC (Ministérios da Educação e Cultura), com duração mínima de três anos. O curso é composto por aulas teóricas, práticas e estágios, e visa a formação de um profissional apto a operar máquinas de radiologia convencional, radioterapia, de TAC (tomografia axial computadorizada), de ressonância magnética, de tomografia, entre outras. É muito importante que o profissional se atualize constantemente através de cursos e treinamentos específicos.
Principais atividades

* preparar a máquina e o paciente
* programar e operar a máquina
* obter a imagem e, se necessário, tirá-la novamente para obter a imagem mais esclarecedora possível
* analisar a imagem do ponto de vista técnico
* preparar relatório descritivo preliminar para auxiliar o médico na análise do raio-X

Áreas de atuação e especialidades

* hospitais, clínicas, pronto-socorros e casas de saúde: da rede pública, que são contratados por meio de concurso público, ou na rede privada
* laboratórios de radiologia: trabalhando especificamente com exames e resultados. Geralmente, nesse caso, os profissionais trabalham em equipes e, em conjuntos com médicos radiologistas
* centro de pesquisas técnicas e científicas: trabalha com pesquisas na área de radiologia, elaborando novas técnicas e desenvolvendo as já existentes com o objetivo de aumentar a precisão dos exames
* aeroportos: trabalha juntamente com a segurança do aeroporto e com a polícia na tentativa de barrar o tráfico de drogas e de armas
* empresas de comercialização e de assistência técnica de máquinas de radiologia: trabalha com as características técnicas e mecânicas do aparelho
* ensino: pode trabalhar com o ensino no setor de radiologia

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o profissional da radiologia é amplo, e cresce na medida em que cresce a preocupação com a saúde e com o bem-estar. Para os trabalhadores do setor público, a evolução na profissão segue os parâmetros legais e critérios como, entre outros, a avaliação de qualidade e tempo de serviço, pois nesse caso, o profissional se enquadra na categoria de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica. No caso do trabalhador do setor privado, a evolução depende da instituição na qual ele trabalha, e, geralmente, pauta-se pelos rendimentos auferidos.

BASE SALARIAL

Os salários variam de R$800,00 a R$1.000,00, para o Auxiliar em Radiologia; e de R$1.000,00 a R$1.800,00, para o Técnico em Radiologia.
A jornada de trabalho é de vinte e quatro horas semanais, e o salário mínimo deste profissional é equivalente a dois salários mínimos regionais, incidindo, sobre esses vencimentos, mais quarenta por cento relativos ao risco de vida e à insalubridade.
Luiz Fernando Silva TR



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VEM AÍ O MAIOR EVENTO RELACIONADO ÀS

TÉCNICAS RADIOLÓGICAS DO PARANÁ 2010

Acontece em Cascavel – PR – Brasil

12º Encontro de Tecnologia Radiológica do Oeste e Sudoeste do Paraná

( 10º Intercâmbio Científico Internacional)

12 13 e 14 de novembro de 2010

Local – Auditório da Prefeitura de Cascavel

REALIZAÇÃO:

APOIO:


Governo Municipal de Cascavel

Secretaria de Saúde

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico

Conselho Regional
de Técnicos em Radiologia
CRTR 10ª Região


Seja Bem-vindo

Caros Colegas,
É com grande satisfação que comunicamos que já estão em pleno andamento os preparativos para a VIII Jornada Sul de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.

A edição deste ano será realizada de 30 de outubro a 01 de novembro em Florianópolis, SC.

Nessa época Floripa costuma ter tempo bom e temperatura agradável, convidando para passear e curtir as belezas da ilha, aproveitando o feriado pós-evento.

Por isso deixamos o dia 2 de novembro livre, para que possam aproveitar a cidade sem perder a excelente programação científica que está sendo elaborada pela comissão executiva.

Programem-se! Estamos esperando vocês.

Um grande abraço,

Marcela Schaefer
Presidente da SCR

Luiz Fernando Silva TR
Presidente Sintrab PB



Questionamento e respostas detalhadas às perguntas mais frequentes sobre utilização dos Raios X










Prof. Perboyre

Autor: Prof. Perboyre Castelo - Presidente da ABRO*

Nos últimos anos, grupos de consumidores, ambientalistas, mídia noticiosa, agências governamentais e profissionais de saúde cada vez mais preocupados com o potencial de riscos das exposições aos raios X. Como resultado, o uso dos mesmos, nos diagnósticos médicos e odontológicos estão sendo questionados. Os pacientes têm muitas perguntas sobre os raios X, outros resolvem não mais se expor e questionam o cirurgião- dentista sobre o perigo da radiciação. A má informação, o desconhecimento, geram medo e a conseqüente recusa do paciente de se expor a radiciação X. Pacientes bem informados discutirão e compreenderão a necessidade da utilização dos raios X com finalidade de diagnóstico. Considerando o grande avanço da imagenologia em odontologia, o que torna a sua utilização cada vez mais freqüente, urge a necessidade de um profundo conhecimento e treinamento do cirurgião-dentista, possibilitando a execução do exame com segurança, precisão e qualidade. Com o objetivo de garantir a qualidade dos serviços prestados à população, assim como assegurar os requisitos mínimos de proteção radiográfica aos pacientes e profissionais, a Secretaria da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, publicou a portaria número 453, de 01 de junho de 1998, que estabelece as condições adequadas de proteção radiográfica em radiodiagnóstico médico e odontológico. Este regulamento técnico teve como base as DIRETRIZES BÁSICAS DE PROTEÇÂO RADIOGRÁFICA, estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde, Organização Internacional do Trabalho, da Agência Internacional da Energia Atômica, além das recomendações emanadas pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria da Comissão Nacional de Energia Nuclear (IRD/CENEN).

UNIDADES DE MEDIDAS DE RADICIAÇÃO

- A unidade de exposição é o R (Röentgen, hoje substituído pelo COULOMB/KG.
Na unidade de absorção é o RAD, conhecido por dose e hoje readaptado para o GRAY (Gy), representando 100 RADS.
- O REM (Röentgen equivalent man), é uma unidade de mensuração para valiar a capacidade de uma radiação causar danos nos tecidos. O REM foi substituído pelo SIEVERT (SV), e 1 SV é = 100REM. Em resumo:
R- hoje COULOMB/KG = Exposição
RAD – hoje GRAY (GY) = Absorção na pele
REM – hoje SIEVERT (SV) = Efeito ou dose equivalente. Na radiologia odontológica em razão das peculiaridades dos tecidos irradiados e da qualidade (KV), da radiciação empregada, pode-se aceitar que 1 R = 1RAD = 1REM.

DOSE DE RADICIAÇÃO é a quantidade total de radiciação emitida ou recebida por um organismo.
Entidades de cunho Internacional, como a ICRP ( Internacional Comission on Radiological Protection U.S.A.), procuraram estabelecer um conceito de “DOSE MÁXIMA PERMISSÍVEL” geralmente expressa semanalmente, DMPS (Dose de Tolerância). Esta dose atualmente é de 5 R por ano, ou 0,1R/semana. Existe ainda o que chamamos de DOSE DE ERITEMA, a qual varia de 250 R a 750 R, dependendo da sensibilidade do individuo irradiado. Para segurança, as exposições empregadas em odontologia devem se restringir à metade da dose mínima (250 R). Em relação a radiogenética humana, o importante não é saber a dose-pele, mas quanto chegam as gônadas, havendo divergências sobre a dose gônadas, variando em torno de 1/1000 da dose-pele.

As radiografias dentárias são realmente necessárias?

Sim. Os processos mórbidos que envolvem os dentes e tecidos adjacentes nem sempre são visíveis durante um exame clínico da cavidade bucal. Sem o uso de radiografias, essas condições patológicas como lesões cariosas, cistos, tumores, e perda óssea periodontal podem passar desapercebidas por algum tempo. Mais tarde essas condições podem produzir dor e extenso dano tecidual, que custará para o seu tratamento mais tempo e dinheiro. As radiografias são executadas para o benefício do paciente, para que ele possa receber o tratamento apropriado nos estágios iniciais da doença. As alterações bucais não descobertas podem afetar adversamente a saúde geral do paciente ou até podem colocá-la em risco.

As radiografias feitas anteriormente num outro Cirurgião Dentista podem ser usadas, ou há necessidade de pedir novas radiografias?

Sim, desde que essas radiografias feitas anteriormente sejam de boa qualidade para o diagnóstico. Além disso, o Cirurgião Dentista pode precisar fazer mais algumas, para determinar as condições atuais da cavidade bucal. Se as radiografias anteriores são de má qualidade diagnóstica, o profissional deve fazer uma nova série de radiografias da boca completa independente do tempo em que foram feitas.

Pode-se usar uma radiografia panorâmica ao invés de uma série completa de radiografia dentais?

As radiografias panorâmicas são úteis para determinar a condição geral da saúde bucal de um paciente, e confirmar a presença de grandes lesões ósseas. Diferente das radiografias intrabucais, as radiografias panorâmicas não revelam com clareza pequenas lesões como cárie, perda óssea, e aumento do espaço periodontal. Alguns Cirurgiões dentistas usam uma radiografia panorâmica apenas, enquanto que outros preferem o uso de uma radiografia panorâmica com radiografias inter-proximais ao invés de uma série completa.
É legalmente inadequado substituir uma radiografia panorâmica por uma série de boca toda. O que se segue é uma afirmação de Zinman: em 1977, o “Conciul of Dental Devices and Materials” confiou na pesquisa dentária existente ao afirmar que tomogramas (panorâmicas) eram diagnosticamente inferiores aos filmes periapicais. Em numerosos processos legais, que envolveram fraturas, defeitos periodontais inter-proximais, e cáries não tinham sido diagnosticados com um filme panorâmico mas foram detectados com o uso de radiografias peripicais.

Se um paciente já recebeu radiação X excessiva por alguma outra razão, deve o cirurgião-dentista evitar fazer novas radiografias? Em outras palavras, radiografar um paciente depende do seu histórico radiográfico?

Não. Mesmo que um paciente possa ter recebido altas doses de raio X, por causa de uma tomografia computadorizada, na região do tórax, abdômen, crânio, mãos ou pés, a decisão de radiografar os dentes e maxilares está baseada na necessidade de diagnóstico e tratamento dentário. Uma vez que se espera que as radiografias forneçam informações para o diagnóstico, elas devem ser feitas independente do histórico radiográfico do paciente.

Se um paciente recebeu radiação para terapia do câncer na área da cabeça e pescoço, as radiografias dentais devem ser executadas?

Sim. Um paciente nessas condições é mais suscetível à infecção dentária. Portanto, as radiografias de diagnóstico dentário são especialmente importantes para esses pacientes com a finalidade de detectar e controlar a formação de cáries e infecção óssea. Na verdade esses pacientes devem ser radiografados com mais freqüência do que os outros.

Com que freqüência deve-se fazer radiografias em crianças?

O intervalo entre as radiografias deve ser determinado em cada criança baseado na sua condição de saúde bucal. Em geral, as crianças são mais suscetíveis aos efeitos dos raios X que os adultos e, portanto o número de radiografias feitas deve ser o mínimo possível. Algumas crianças entretanto são mais suscetíveis à cárie dentária que outras, portanto requerem freqüentes exames radiográficos.

Com que freqüência deve-se fazer radiografias em crianças?

O intervalo entre as radiografias deve ser determinado em cada criança baseado na sua condição de saúde bucal. Em geral, as crianças são mais suscetíveis aos efeitos dos raios X que os adultos e, portanto o número de radiografias feitas deve ser o mínimo possível. Algumas crianças entretanto são mais suscetíveis à cárie dentária que outras, portanto requerem freqüentes exames radiográficos.


Que quantidade de exposição recebem os órgãos reprodutores durante as tomadas de radiografias dentárias? Se uma paciente está grávida ou há suspeita de gravidez, deve-se adiar a tomada de radiografias?

Se um avental de chumbo não for usado, os órgãos não protegidos recebem aproximadamente 0,4 mRad. (0,004 mGy) de dose de radiação em uma série completa de radiografias da boca. Os ovários não protegidos recebem aproximadamente 0,08 mRad (0,0008 mGy) de radiação.O uso de um avental de chumbo durante a exposição reduz essa radiação gonadal a quase zero para homens e mulheres. Clinicamente, um avental de chumbo deve ser usado em todos os pacientes todas as vezes mesmo quando a quantidade de radiação é minúscula.
Às vezes um cirurgião-dentista pode determinar que uma mulher grávida necessite apenas de tratamento eletivo, e pode decidir adiar as radiografias e o tratamento até o período pós-parto. Embora a evidência científica indique que uma paciente grávida possa ser radiografada, a pressão psicológica e a preocupação, muitas vezes forçam o adiamento do exame.

Que quantidade de exposição recebe a face do paciente nas tomadas radiográficas? Podem os raios X odontológicos provocar câncer de pele?

Dependendo da técnica, equipamento, tipo de filme e fatores de exposição. A pele do paciente recebe aproximadamente 150 mR a 500 mR por tomada. Para produzir câncer de pele são necessárias exposições de milhares de roentgens. Isso não e possível como uso de aparelhos de raios X odontológicos que tem produções e dose muito muito baixas.
Não existe um único registro de caso de um paciente que tenha desenvolvido câncer de pele usando radiografias dentárias para diagnóstico. Há casos documentados de profissionais que desenvolveram carcinomas em seus dedos, estes foram causadas por repetidas exposições durante anos em cirurgiões-dentistas que seguravam filmes para pacientes. Segundo Richards, 1 R é igual a 10 mAS, assim, se você utiliza em uma tomada um aparelho com 10 Ma e 0,5 segundos de exposição, teoricamente o paciente recebe 0.5 R de exposição em uma tomada periapiocal.

Que quantidade de radiação um paciente recebe na radiografia panorâmica?

Na radiografia panorâmica o aparelho gira ao redor da cabeça do paciente, portanto, a quantidade de exposição recebida é diferente para cada área. Isso torna difícil comparar com precisão a exposição recebida da radiografia panorâmica com a da série de boca todo. Entretanto em função de uma melhor colimação dos aparelhos panorâmicos (colimador em forma de fenda), estima-se que teoricamente uma radiografia panorâmica corresponda a 1/10 de 14 periapicais. Não se tem dúvida que a quantidade total de radiação recebida da radiografia panorâmica é menor que uma série completa da boca toda.

Que quantidade de radiação X recebe a glândula tireóide nas radiografias dentais? É necessário usar um protetor?

A exposição à radiação da glândula tireóide varia com o tipo de filme, técnica, e equipamento usado. Em uma série de boca toda a tireóide recebe de 35 mRad a 80 mRad (0,350 mGy a 0,80 mGy). Essa quantidade é muito menor que aquela recebida por esta glândula pela radiação de fundo natural. Sob as recomendações radiográficas atuais, a quantidade de radiação à essa área não é considerada grande o bastante para produzir efeitos danosos a esse tecido. Uma proteção da tireóide pode prevenir que a radiação externa alcance a glândula tireóide, porém não impede que a radiação X dispersa produzida pela face e pescoço a atinjam. De acordo com o “ BUREAU OF RADIOLOGICAL HEALTH” o uso de uma proteção à tireóide com chumbo é recomendado mas não imprescindível. Esta proteção não deve ser usada nas radiografias panorâmica e cefalométrica, porque protegeria parte da mandíbula invalidando o exame radiográfico destas áreas.

Que quantidade de raios X recebem olhos nos exames radiográficos dentários? Eles podem causar catarata?

Dependendo do tipo de filme, técnica e equipamento usado, o globo ocular recebe em um exame completa (boca toda) de 0,002 Rad 0,800 Rad (0,02 mGy a 8 mGy). Verificamos que essa quantidade é muito pequena, especialmente quando comparada aos 200 a 500 Rad necessários para a limiar de risco de catarata. Baseado na evidência cientifica disponível as baixas doses de radiação usadas no diagnóstico radiológico dentário não contribuem para o desenvolvimento de catarata.

Por que os cirurgiões-dentistas e assistentes saem da sala quando o paciente está sendo radiografado?

Quando um paciente é radiografado, ele recebe o benefício do diagnóstico e do tratamento subseqüente. Não existe razão lógica para a exposição desnecessária do profissional e do assistente à radiação, sem qualquer benefício correspondente a diagnóstico ou tratamento. Além disso, os odontólogos e assistentes são expostos várias vezes por dia, e continuamente, portanto é prudente que a equipe evite a exposição desnecessária.

Existe um risco de AIDS por tirar radiografias odontológicas?

A radiografia dentária é um procedimento não invasivo, ou seja, a possibilidade do sangue do paciente entrar em contato com a pessoa ao fazer a radiografia é minúscula, a menos que os tecidos bucais estejam lesionados. Preocupações adicionais como o uso de luvas, esterilização dos instrumentos e outros meios que controlem a infecção, tornam a radiografia dentária um dos mais seguros procedimentos em odontologia.

As radiografias pertencem ao paciente ou ao dentista?

Toda documentação do tratamento dentário, inclusive as radiografias é propriedade do cirurgião-dentista; porém, o paciente tem acesso aos registros. Uma cópia das radiografias pode ser enviada a outro profissional ou pode ser dada ao paciente. Se, por alguma razão, o cirurgião-dentista tiver que enviar os originais, à outro profissional então uma cópia diagnosticamente aceitável deve ser retida no prontuário do paciente.

CONCLUSÃO

Embora o risco de efeitos somáticos e genéticos dos raios x para diagnóstico dental seja mínimo, cirurgiões-dentistas e assistentes devem fazer uma abordagem preventiva. As radiografias devem ser feitas após o exame clínico da cavidade bucal. É contraindicado o uso indiscriminado da radiografia. As radiografias dentárias são essenciais para o benefício do paciente para diagnosticar, tratar, e prevenir doenças. Com um equipamento calibrado, técnicas adequadas, filmes mais sensíveis, radiografias dentais digitais, e o uso criterioso, o risco de efeitos danosos das radiografias é quase inexistente.

Fonte: *ABRO - Associação Brasileira de radiologia Odontológica

Luiz Fernando Silva TR


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A importância da radiografia panorâmica na Odontologia


A importância da radiografia panorâmica na Odontologia











A radiografia panorâmica é um importante exame radiográfico utilizado para o diagnóstico e planejamento terapêutico das doenças dos dentes e dos ossos da face. Atualmente, a maioria dos dentistas solicita esse exame no início e no controle dos tratamentos odontológicos.
O que é radiografia panorâmica e quais são as suas vantagens?
O exame ortopantomográfico, mais conhecido como radiografia panorâmica, é um exame útil e bastante prático para complementar o exame clínico no diagnóstico das doenças dos dentes (cáries ou doenças endodônticas) e dos ossos da face. Através desse exame, o dentista pode visualizar todos os dentes de uma só vez, inclusive os que ainda não estão erupcionados. Cáries, fraturas dentais, infecções ou outras doenças dos ossos que sustentam os dentes podem ser visualizadas e, muitas vezes, diagnosticadas.
Além do diagnóstico das lesões dentais, quais as outras indicações das radiografias panorâmicas?
Praticamente no diagnóstico de todas as lesões dos ossos da maxila e mandíbula. Através desse exame, pesquisam-se reabsorções ósseas e radiculares, cistos, tumores, inflamações, fraturas pós-acidentes, distúrbios da articulação temporomandibular (que causam dor na região de ouvido, face, pescoço e cabeça) e sinusite. É comum solicitá-lo também como exame pré-operatório em cirurgias dos dentes e ossos.

Nas crianças, quando são indicadas as radiografias panorâmicas?

Em Odontopediatria, esse exame tem amplas indicações, tanto na prevenção como no diagnóstico de distúrbios dentais e faciais.
O Odontopediatra pode fazer o “pré-natal” dos dentes, examinando-os mesmo antes que eles erupcionem, podendo analisar sua localização, forma, angulação e a presença de dentes extranumerários (dentes que excedem o número normal) ou agenesia (falta do germe dentário) e assim prevenir ou atenuar futuros problemas estéticos e/ou relacionados à Articulação Têmporo Mandibular (ATM). O estudo dos ossos na procura por lesões intra-ósseas, como cistos e tumores, também faz parte de uma boa odontologia preventiva.

radiografia panoramica
Fig. 1. radiografia panorâmica

Existe algum perigo quando se realiza a radiografia panorâmica?
Atualmente, com os modernos aparelhos de raios X, a proteção dos aventais de chumbo e os filmes mais sensíveis, esse método é bastante seguro. Nas mulheres grávidas, optamos por realizá-lo depois do terceiro mês de gestação ou após o parto, dependendo da necessidade do caso e sempre observando as medidas de segurança.
É um exame caro?
Não. Se compararmos os benefícios que ele proporciona, veremos que o preço é acessível para a população. Além das clínicas particulares, existem órgãos públicos e faculdades de Odontologia que dispõem de aparelhagem necessária para realizá-lo.

Luiz Fernando Silva TR


Fonte: APCD

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA --- AUTORIZAÇÃO -- PORTARIA -- Nº 511/2005




CURSOS

Desde o primeiro ano são oferecidas ao aluno disciplinas básicas e profissionalizantes. A adequação da seqüência curricular às exigências do mercado de trabalho é uma grande preocupação dos coordenadores do curso; o estudo da Anatomia, por exemplo, é totalmente voltado para a formação e a interpretação da imagem radiográfica, tomográfica e de ressonância nuclear magnética.

Com a formação generalista oferecida pelo curso, o futuro profissional estará preparado para escolher sua área de atuação. São cinco as grandes áreas de formação específica do Tecnólogo em Radiologia:

Radiologia Médica
Envolve a geração e análise de imagens por raios X, tomografia computadorizada, ressonância magnética nuclear e medicina nuclear. Nesta última técnica, o estudante, além de gerar imagens (como, por exemplo, a cintilografia), aprende a trabalhar com equipamentos para oncologia clínica e cirúrgica.

Radiologia Médico-Veterinária
Envolve a geração e análise de imagens de raios X, tomografia computadorizada e ressonância nuclear magnética. Esse último equipamento ainda é, no Brasil, disponível em poucos centros de diagnóstico por imagem. O aluno estuda os meios de produção de imagens de animais de pequeno, médio e grande porte, sejam eles domésticos, silvestres, exóticos ou de laboratório. A pesquisa experimental é a tônica dessa área da radiologia no curso da FASER.

Radiologia Odontológica
Nesta área o futuro profissional aprende sobre a formação da imagem para diagnóstico de afecções da face, cabeça e cavidade oral. A medicina nuclear também é direcionada para a oncologia oral.

Radiologia Industrial
Utiliza imagens para ensaios não-destrutivos, com aplicação em fábricas de turbinas de aviões e peças de veículos, assim como na indústria naval e equipamentos de soldagens específicas. Essas atividades utilizam os raios X, a tomografia e o ultra-som na verificação da qualidade das peças produzidas.

Irradiação de Alimentos
Área que desenvolve técnicas para a conservação de alimentos e o aprimoramento de sua higiene e qualidade.

Grade Curricular
A grade curricular da FASER é bastante dinâmica para atender o campo da Tecnologia em Radiologia. Nos últimos dois semestres, o aluno terá, concomitantemente, aulas teórico-práticas e estágios curriculares em clínicas de diagnósticos da Paraíba. A faculdade mantém vários convênios com hospitais públicos e clínicas. Também é oferecido aos alunos da Santa Emília um semestre de conceitos básicos, como Anatomia, Fisiologia, Saúde Coletiva, Psicologia, Patologia, Relações Humanas, Ética, Noções de Direito etc.

O curso de Tecnologia em Radiologia é um dos poucos do Brasil que forma o profissional para controle de qualidade, área específica do físico e que o tecnólogo agora está atuando na Radiologia. A grade curricular da FASER também oferece ao aluno algumas unidades curriculares voltadas para a gestão. Ele terá noções de empreendimentos na área de saúde, inclusive aprendendo a fazer compras de material, estocagem, armazenagem, além da gestão em meio ambiente.


Regulamentação
A profisão está regulamentada pela Resolução CONTER Nº 002/05.

As atribuições dos Tecnólogos em Radiologia são estabelecidas ainda pelo Catálogo de Cursos Superiores de Tecnologia em Radiologia, disponível no site: www.catalogo.mec.gov.br

SANTA EMÍLIA HABILITA TRABALHADORES DA TÉCNICA RADIOLÓGICA DA PARAÍBA



Cerca de 180 trabalhadores da técnica Radiológica estão se capacitando e se atualizando no Curso de Habilitação Profissional de Técnicos em Radiologia, na Faculdade Santa Emília de Rodat. O objetivo é habilitá-los com o registro profissional.



Esse projeto totalmente gratuito aos cursistas - parceria entre o Ministério de Saúde (MS) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES), também está sendo realizado no Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor-PB), em João Pessoa e Campina Grande.



A Santa Emília formou cinco turmas com 36 alunos cada, que recebeu todo material didático e uniforme. As disciplinas lecionadas são: Anatomia, Psicologia, Microbiologia, Patologia, Saúde Coletiva, Políticas Públicas em Saúde, Ética, dentre outras. Mais de 30 professores habilitados nessas áreas formam o quadro docente do curso de habilitação.



O Curso de Habilitação Profissional de Técnicos em Radiologia, na Faculdade Santa Emília de Rodat teve início desde março deste ano e tem duração prevista de 18 meses e é destinado a quem já trabalha na área técnica da Radiologia, sem o registro profissional.

Galeria de Imagens

Matrículas Abertas

Este curso possibilita que o aluno ao concluí-lo esteja apto a:

  • Realizar exames radiográficos simples;

  • Realizar exames contrastados sob supervisão de médicos radiologistas;

  • Ter o domínio das técnicas para a produção de imagens nos diversos equipamentos da área radiológica;

  • Saber avaliar a qualidade das imagens obtidas;

  • Controlar o funcionamento dos equipamentos radiológicos;

  • Realizar atendimento ao cliente de maneira eficiente e com ética profissional;

  • Ter percepção crítica quanto à situação da saúde e estar comprometido com as necessidades de saúde da população;

  • Dar apoio à equipe radiológica;

  • Desenvolver habilidades de gerenciamento na área radiológica para empresas prestadoras de serviço;

  • Ter cuidados no que se refere a radioproteção e os efeitos biológicos das radiações.


Saúde


Clinicas Radiológicas, Clinicas Odontológica, Hospitais.

  • Freqüência: 4 dias por mês.

  • Pré-requisitos: Ensino Médio

    • Completo ou concluir até o final do curso

  • Completar 18 anos até o final do Curso

  • Duração: 30 Meses

    Entre em contato conosco para maiores informações
    Fone/FAX - (43) 3325 7100
    ou Peça Informações por E-mail

PREGO BATIDO PONTA VIRADA


Justiça reconhece carga horária de 24 horas para técnico de radiologia

A 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça confirmou sentença da Comarca de São Bento do Sul, para reconhecer o direito de três técnicos de radiologia a cumprirem carga horária de 24 horas semanais.

Os servidores públicos municipais Adilson Veiga, Jorge Luis Carvalho Pinto e Paulo Sérgio Gonçalves de Paula ajuizaram ação ordinária contra o Município que, em 2007, comunicou a eles que a carga horária seria de 40 horas semanais e, caso a desrespeitassem, seria configurada falta funcional.

No processo, o poder público confirmou a obrigatoriedade das 40 horas semanais, tendo em vista os editais dos concursos públicos aos quais os técnicos se submeteram. Acrescentou, também, que a jornada de 24 horas restringe-se à operação do raio X em si, sendo o restante da carga horária cumprido com atividades correlatas ao cargo.

O relator do processo, desembargador substituto Ricardo Roesler, explicou que a jornada de trabalho exigida deve ser aquela prevista na legislação própria que disciplina a profissão – Lei n. 7.394/1985 e Decreto n. 92.790/1986. “A Lei federal que regulamenta a atividade do técnico em radiologia no âmbito nacional, ainda que ausente a respectiva lei estadual, a sua incidência não viola o princípio da autonomia garantida em favor do ente federado”, afirmou.

A decisão também condenou o Município ao pagamento das horas extras e do adicional de periculosidade no percentual de 40%. A decisão foi unânime. (Apelação Cível n. 2009.054966-4)

Fonte: TJSC

Luiz Fernando Silva TR


COMO FUNCIONAM OS RAIOS - X




por Tom Harris - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução

Melhor invenção

Uma votação realizada pelo Museu de Ciência de Londres elegeu a máquina de raio X como a melhor invenção de todos os tempos.

Leia mais em VEJA.com

Assim como muitas das grandes descobertas do ser humano, a tecnologia dos raios X foi inventada completamente por acidente. Em 1895, um físico alemão chamado Wilhelm Roentgen fez essa descoberta enquanto fazia uma experiência com feixes de elétrons em um tubo de descarga de gás. Roentgen percebeu que uma tela fluorescente (em inglês) em seu laboratório começava a brilhar quando o feixe de elétrons era ligado. Somente essa reação não era tão surpreendente: material fluorescente normalmente brilha ao reagir com radiação eletromagnética; mas o tubo de Roentgen estava rodeado com papelão grosso e preto. Roentgen supôs que isso bloquearia a maior parte da radiação.

Roentgen colocou vários objetos entre o tubo e a tela e ela ainda brilhava. Finalmente, ele colocou sua mão na frente do tubo e viu a silhueta de seus ossos projetada na tela fluorescente. Assim ele acabava de descobrir os raios X e uma de suas aplicações mais importantes.

A extraordinária descoberta de Roentgen possibilitou um dos maiores avanços na história humana. A tecnologia dos raios X permite que os médicos vejam através dos tecidos humanos e examinem, com extrema facilidade, ossos quebrados, cavidades e objetos que foram engolidos. Procedimentos com raios X modificados podem ser usados para examinar tecidos mais moles, como os pulmões, os vasos sangüíneos ou os intestinos.

Neste artigo, descobriremos como as máquinas de raios X conseguem fazer este truque incrível. Como veremos, o processo básico é na verdade muito simples.

O que são raios X

Raios X são basicamente o mesmo que os raios de luz visíveis. Ambos são formas de ondas de energia eletromagnética carregadas por partículas chamadas fótons. Veja Como funciona a luz para mais detalhes. A diferença entre raios X e raios de luz visível é a energia dos fótons individualmente. Isto também é chamado de comprimento de onda dos raios.

Nossos olhos são sensíveis ao comprimento de onda da luz visível, mas não ao comprimento de onda mais curto, das ondas de maior energia dos raios X ou ao comprimento de onda mais longo de menor energia das ondas de rádio.

Os fótons da luz visível e os fótons dos raios X são produzidos pelo movimento dos elétrons nos átomos. Os elétrons ocupam diferentes níveis de energia diferentes ou orbitais, ao redor do núcleo do átomo. Quando um elétron passa para orbital menor precisa liberar energia, e ela é liberada na forma de um fóton. A energia do fóton depende do quanto o elétron decaiu entre os orbitais. Veja esta página para uma descrição detalhada deste processo.

Quando um fóton colide com outro átomo, esse átomo pode absorver a energia do fóton promovendo o elétron para um nível de energia mais alto. Para isto acontecer, a energia do fóton tem que combinar com a diferença de energia entre as duas posições do elétron. Senão, o fóton não pode deslocar elétrons entre os orbitais.

Os átomos que compõem os tecidos do nosso corpo absorvem bem fótons de luz visível. A energia dos fótons deve combinar com as diferenças de energia entre as posições dos elétrons. Ondas de rádio não têm energia suficiente para mover elétrons entre orbitais em átomos maiores, então conseguem passar pela maioria dos materiais. Fótons de raios X também passam através de vários objetos, mas por outra razão: eles têm muita energia.

Eles podem, entretanto, arrancar um elétron de um átomo. Uma parte da energia do fóton dos raios X trabalha para separar o elétron do átomo e o restante é usado para fazê-lo se movimentar fora do átomo. Um átomo maior tem mais chances de absorver um fóton de raios X desta maneira, porque em átomos maiores as diferenças de energia entre os orbitais são maiores e essa energia se ajusta melhor com a energia do fóton. Átomos menores, em que os orbitais dos elétrons estão separados por níveis de energia relativamente baixos, têm menos chances de absorver fótons de raios X.

Os tecidos macios do seu corpo são feitos de átomos menores e por isso absorvem muito bem os fótons dos raios X. Os átomos de cálcio que fazem nossos ossos são muito maiores, então são melhores para absorver fótons de raios X.

Na próxima seção, verificaremos como as máquinas de raios X usam esse efeito.

Outros usos para os raios X
As contribuições mais importantes da tecnologia dos raios X têm sido no mundo da medicina, mas os raios X desempenham um papel crucial também em várias outras áreas. Os raios X são essenciais na pesquisa envolvendo a teoria da mecânica quântica, cristalografia e cosmologia. Na indústria, scanners de raios X são muito usados para detectar pequenas falhas em equipamentos de metal pesado. Scanners de raios X se tornaram também equipamentos padrão em segurança de aeroportos.

A máquina de raios X

O coração de uma máquina de raios X é um par de eletrodos , um cátodo e um ânodo, que ficam dentro de um tubo de vidro a vácuo. O cátodo é um filamento aquecido, como o que você vê em uma lâmpada fluorescente. A máquina passa corrente pelo filamento, aquecendo-o. O calor expulsa os elétrons da superfície do filamento. O ânodo positivamente carregado é um disco achatado feito de tungstênio, que atrai os elétrons através do tubo.

A diferença de voltagem entre o cátodo e o ânodo é extremamente alta; então, os elétrons movimentam-se pelo tubo com bastante força. Quando um elétron, em alta velocidade, choca-se com um átomo de tungstênio, um elétron que está em uma camada mais interna do átomo é liberado. Com isso, um elétron que está em um orbital com energia imediatamente mais alto (mais externo) migra para aquele nível de energia mais baixo (mais interno), liberando sua energia extra na forma de um fóton. Assim um fóton de raios X é a energia liberada num choque de elétrons.


O elétron livre colide com o átomo de tungstênio, tirando um elétron de um orbital mais baixo. Um elétron de um orbital mais alto preenche a posição vazia, liberando seu excesso de energia como um fóton.

Elétrons livres também podem gerar fótons sem atingir um átomo. O núcleo de um átomo pode atrair um elétron e com uma velocidade que apenas altere seu curso. Como um cometa girando ao redor do Sol, o elétron diminui a velocidade e muda de direção à medida que passa pelo átomo. Essa ação de "freio" faz o elétron emitir excesso de energia na forma de um fóton de raios X.


O elétron livre é atraído para o núcleo do átomo de tungstênio. À medida que o elétron passa, o núcleo altera seu curso. O elétron perde energia, que é liberada como um fóton de raios X.

As colisões de alto impacto envolvidas na produção dos raios X geram muito calor. Um motor gira o ânodo para que ele não derreta (o feixe de elétrons não está sempre focalizado na mesma área). Uma camada de óleo frio ao redor da ampola também absorve calor.

Todo o mecanismo é protegido por uma blindagem grossa de chumbo. Ela evita que os raios X escapem em todas as direções. Uma pequena abertura na blindagem permite que alguns dos fótons de raios X escapem em um pequeno feixe. Esse feixe passa por uma série de filtros até chegar ao paciente.

Uma câmera no outro lado do paciente grava o padrão de raios X que passam através de seu corpo. A câmera de raios X usa a mesma tecnologia de filmes que uma câmera comum, mas a reação química é acionada por luz de raios X em vez de luz visível. Veja Como funciona o filme fotográfico para saber mais sobre esse processo.

Geralmente, os médicos deixam a imagem no filme como um negativo. Isso quer dizer que as áreas que são expostas a mais luz ficam mais escuras e as áreas expostas a menos luz aparecem mais claras. Materiais duros, como ossos, aparecem em branco e materiais mais macios aparecem em preto ou cinza. Os médicos podem visualizar materiais diferentes variando a intensidade do feixe de raios X.

Os raios X fazem mal

A descoberta dos raios X provocou um impacto extraordinário no mundo da medicina; eles permitem que um paciente seja examinado internamente sem nenhuma cirurgia.

Mas os raios X também podem ser perigosos. No princípio da descoberta dos raios X, muitos médicos ficaram expostos e expuseram seus pacientes aos feixes por longos períodos de tempo. Conseqüentemente, médicos e pacientes começaram a desenvolver doenças causadas por radiação e a comunidade médica percebeu que algo estava errado.

O problema é que os raios X são uma forma de radiação ionizante. Quando a luz normal atinge um átomo, ela não muda esse átomo de maneira significativa. Mas quando raios X atingem um átomo, ele pode expulsar elétrons do átomo para criar um íon, um átomo eletricamente carregado. Então, os elétrons livres colidem com outros átomos para criar mais íons.

A carga elétrica de um íon pode gerar uma reação química anormal dentro das células. Entre outras coisas, a carga pode quebrar as cadeias de DNA. Uma célula com uma cadeia de DNA quebrada pode morrer ou o DNA desenvolver uma mutação. Se várias células morrerem, o corpo pode desenvolver várias doenças. Se o DNA sofrer mutação a célula pode se tornar cancerígena - e este câncer pode se espalhar. Se a mutação é em um espermatozóide ou em um óvulo, pode causar defeitos de nascença. Por causa de todos esses riscos,atualmente os médicos usam os raios X moderadamente.

Mesmo com estes riscos, o raio X ainda é uma opção mais segura que a cirurgia. As máquinas de raios X são ferramentas médicas valiosas, assim como são valiosas em segurança e em pesquisa científica. Elas são uma das invenções mais úteis de todos os tempos.

Para mais informações sobre raios X e máquinas de raios X, visite os link da próxima página

Mais informações

Artigos relacionados

Mais links interessantes (em inglês)

Contrastes
Em uma imagem de raio X normal, a maior parte dos tecidos macios não aparece claramente. Para visualizar alguns órgãos ou para examinar os vasos sangüíneos do sistema circulatório, deve-se introduzir um contraste dentro do corpo.

Contrastes são líquidos que absorvem os raios X com mais eficiência que o tecido ao redor. Para visualizar órgãos dos sistemas digestivo e endócrino, um paciente toma um contraste, geralmente um composto de bário. Se o foco for os vasos sangüíneos ou outros elementos do sistema circulatório, o contraste deve ser injetado na corrente sangüínea do paciente.

Os contrastes são normalmente usados em conjunto com um fluoroscópio. Em fluoroscopia, os raios X passam pelo corpo até uma tela fluorescente, criando uma imagem de raios X móvel. Os médicos podem usar a fluoroscopia para traçar a passagem do contraste pelo corpo. Também é possível gravar essas imagens em filme ou vídeo.

Luiz Fernando Silva TR


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Esclarecimento quanto à legislação actual das Profissôes de Técnico e Axiliares em Radiologia


O SINTRAB.PB tem o orgulho de apresentar aos profissionais trabalhadores na área de radiação médica, técnicos e auxiliares de radiologia, o seu BLOG na Internet.
Neste nosso ponto de encontro você poderá acompanhar as notícias sobre a categoria, tomar conhecimento dos dissídios, das leis que regem as actividades, dos seminários da categoria e acompanhar os convênios e festividades do sindicato.
Quem ainda não é associado terá a oportunidade de preencher uma ficha de cadastramento e tornar-se membro do Sindicato dos Técnicos e Auxiliares de Radiologia do Brejo da Paraíba.
Luiz Fernando Silva TR
Piso nacional da categoria tecnólogos e técnicos em radiologia:
Dois salários mínimos + 40% de insalubridade
e o novo salário dos trabalhadores tecnólogos e técnicos em radiologia
R$ 1.020,00 + 40% = 1.428,00
A Lei nº 7.394/85 que regula a profissão, fixa o piso em dois salários mínimos acrescido de 40% [quarenta por cento] sobre dois salários mínimos a título de adicional de insalubridade para uma jornada de 120 horas mensais. O que encontra-se pacificado também pelo anunciado 358 do TST.
A Directoria Sintrab.pb/Radiologia